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Uma estratégia de propaganda e marketing, aliado a um bom plano de publicidade é o uso do Formspring, um ‘jogo’ de perguntas e respostas que pode ser utilizado por pessoas físicas, empresas e o ‘entrevistador’ tem a escolha de permanecer no anonimato, ou não.

Dizer que o Formspring é uma plataforma sem graça, é limitar demais o uso dessa ferramenta de grande potencial.

Em 24 horas, foram mais de 3 mil respostas pelo Formspring

A Fiat, por exemplo, saiu na frente de muitas empresas e promoveu a maior entrevista coletiva do mundo.

A deixa foi o lançamento do novo UNO. Os internautas puderam fazer perguntas sobre o novo modelo do carro mais vendido da Fiat, e uma equipe de 15 profissionais de áreas distintas, respondiam com a maior rapidez possível.

Foram mais de 3 mil respostas em 24 horas de ação. E aí, o Formspring continua sendo uma plataforma boba?

Só pra quem não sabe usar.

Boas doses de criatividade e uma mente inquieta por inovação consegue grandes feitos, como esse, que certamente gerou muitas visitas ao

site oficial do carro e garante o primeiro lugar no ranking do Google, tanto para “novo uno” como para “uno”.

Nem toda publicidade precisa ser exatamente paga para ser definida como publicidade. Fazer Publicidade é tornar público. E aí? Ficou ou não ficou público?

Então, eu digo, esse foi um plano muito bem feito de Publicidade e Propaganda, com uma boa sacada de marketing.

O lance não é sair usando todas as redes sociais desenfreadamente. O lance é: saber usar!

É, propaganda eleitoral tem prós e contras.

As vezes, o tiro pode sair pela culatra e gerar imagem bem negativa. Outras, por falta de atenção de toda equipe de marketing, acaba virando um desagradável viral. Como a campanha de José Serra… que  por conta de uma cacofonia que passou despercebida, gerou frases de duplo sentido. As “como fula, como ciclana,”, ficaram famosas.

O vídeo caiu na graça dos internautas e agora, vai ser um baile danado pra desfazer o que já caiu na rede. Rááá!

E esse, com certeza não vai ser como os casos da Havaianas e Bom Bril. As duas conseguiram fazer sucesso com campanhas vetadas na TV. Com a diferença que a Bom Bril fez propositalmente, já a Havaianas não. O sucesso veio como consequência.

Já, no caso do Serra… sucesso não é a palavra exata. Publicidade, se positiva ou negativa, ele ganhou. Online. Agora, cabe a bela equipe de marketing do candidato reverter o que já aconteceu.

Para assistir “Serra, o comedor”, clique na imagem abaixo:

Pesquisa e conhecimento de concorrentes.

Nossa! Sério??

- Sim.

E não estou falando de concorrentes de mercado diretamente. Estou falando de concorrentes de ranking.

Conhecem link building? Ele é um cara relativmente novo no Brasil e possuidor de grandes poderes. (Não, ele não é o He-men)

Link building é uma estratégia de marketing digital que ajuda o site   site a chegar na primeira página do Google. E na primeira página pode ser do 1º ao 10º lugar.

E isso é muito importante pra quem trabalha com site, pra quem usa site para divulgar produtos ou trabalhos, entre outros.

É muito difícil alguém que passe da 5ª página em busca de algo. As pessoas se prendem às primeiras. Se for a primeira, melhor ainda. Perfeito, eu diria.

E por isso, não falamos de concorrentes de mercado e sim de ranking. Ora, se você buscar, por exemplo, Celta, a maior parte dos resultados será para o povo Celta e não para o carro.

Há ferramentas que mostram a dificuldade de cada palavra chave que as pessoas desejam usar na estratégia de marketing digital. Assim, é possível saber o quão concorrida ela é.

Funciona assim: tenho um site de sapatos e quero que ela apareça na primeira página para os termos: rasteirinha, sapato meia pata, sandália, ankle boot e botas.(Palavras escolhidas aleatóriamente para exemplificar)

A equipe responsável pelo marketing vai fazer uma extensa pesquisa e um planejamento. Isso não significa que eu vá, exatamente concorrer com outras lojas do mesmo nicho. Podem ser blogs de moda, lojas virtuais, uma única página com força o suficiente para estar na primeira página.

Então, cada termo terá o seu concorrente e terá uma forma diferente de trabalho. Ou seja, um planejamento refinado, que dá muito resultado quando feito por quem sabe mesmo.

Belos Cases

Outra maneira de conseguir boa colocação, é se adaptando à realidade digital que vivemos hoje.

Novamente a amiga Tecnisa é exemplo de empreendimento 2.0. A empresa consegue grandes resultados com a utilização da internet no plano de propaganda da empresa.

Outra empresa que conseguiu sucesso com estratégia de publicidade online foi a Domino’s. Uma pizzaria australiana, em seis meses aumentou seus lucros em 61,4% e faturou R$ 46,6 milhões de reais.

Resumidamente foi assim: alguns funcionários nada legais colocaram vídeos nojentos no Youtube, acabando quase que completamente com a credibilidade que a empresa tinha.

Pois bem, se essa foi a arma para a destruição, é também para a ressurreição. Ora essa, e porque não?

A internet foi a grande amiga da pizzaria.

Primeiro, eles lançaram um site que mostrava ao consumidor todos os detalhes da pizza, dele. Se havia sido feita, se estava no forno, quanto tempo levaria para assar, se já estava a caminho ou não. Ah, e sim, o pedido podia ser feito pelo site msmo.  É claro que fez sucesso.

O Fousquare foi outro aliado. Os participantes com maior pontuação além de ganhar pizza grátis ainda ganhavam propaganda: todos os outros registrados no site seriam avisados que o sortudo ganhador estava na pizzaria.

Ai, rolou o programa de afiliados (o consumidor que vendesse, ganhava 5% do valor). Social midia como Facebook e Twitter também foram muito úteis.

E o Youtube, usado para denegrir a imagem foi uma das ferramentas usadas para ajudar a reconstruir a imagem da empresa.

Quer assistir?

Combinação perfeita: vídeo x internet: http://www.youtube.com/watch?v=YyEW9gwrtsM&feature=player_embedded

A história completa está aqui: MuthaBlogger

Anunciar que vai salvar o planeta não é a campanha mais inteligente que uma empresa pode fazer. Ela não tem o poder de salvar. Ela pode ajudar.

Então, a questão é: sinceridade acima de tudo.
Sério? Sim. Sim e sempre!

Prova disso é que em março desse ano o Departamento de Meio Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais do governo do Reino Unido (Defra), lançou uma espécie de manual.

Na verdade é uma lista de frases, jargões e slogans que devem ser evitados pelas empresas. Pra evitar por exemplo, aquele velho ditado “faça o que eu falo mas não faça o que eu faço”.

Por exemplo, uma empresa que diz ecologicamente correta deixar todas as luzes externas acesas sem necessidade. Ou, os bancos, que deixam o sistema de ar condicinado ligado a  noite inteira sem qualquer sombra de necessidade. (Desligar é sinônimo de economia e menos poluição).

Ou seja, enganar o consumidor pregando falsos testemunhs não é a solução pra conquistar a simpatia deles.

Esse post do Estadão diz muito sobre as grandes empresas que tentam camuflar a poluição atras de meia dúzia de “ecologicamente corretos”.

De qualquer maneira, é reconfortante ver na lista menções a “etiquetas, símbolos e fotos” que frequentemente são mais efetivas na sugestão de “comprometimento verde” do que meras palavras. Um exemplo que causou estrondo foi o da Shell, que se meteu em encrenca um ano atrás com a Autoridade Normativa de Anúncios (sigla ASA, em inglês, uma espécie de “observatório da mídia”) por mostrar flores saindo de chaminés de uma estação de energia.

As grandes companhias sempre podem passar por cima das regras, “esverdeando” sua imagem corporativa ao mixar dois ou três produtos carregados de “publicidade verde” com uma série de outros, ambientalmente incorretos.

Neste aspecto, as petrolíferas são notórias. Esta coluna já se reportou uma série de vezes às estratégias de “purificação verde” da Beyond Petroleum (BP) e da Shell, que emporcalham o País com pôstres e anúncios de página dupla exaltando seu envolvimento com o fornecimento de “energia verde”, que na verdade perfazem uma magra fatia de seus investimentos (ultimamente vem ficando ainda menor).

(Leia o post todo clicando aqui)

O que na verdade as pessoas (entenda-se consumidores conscientes) tem de entender e avaliar é: é um produto ecologicamente correto, até quando?

Sim, eu sei que é dificílimo encontrar algo que seja “verde” desde a raíz. Desde quando nasce, afinal, tudo passa por vários processos e alguns deles não tem nada de ecológico.

Então, olhar o rótulo do sabão em pó e comprar só porque nele diz que a empresa fabricante se compromete a replantar milhões de árvores pode não ser a decisão mais inteligente.

É preciso conhecer. E se depois disso, você concordar, aí sim, compre e divulgue.

Um exemplo de consciencia ecológica que foi além de embalagens retornáveis e ajuda a solucionar um problema bem grande foi da Heineken. A empresa está recolhendo todos os banners e oudoors de lona utilizado nas companhas publicitárias e criado bolsas. Sim, as famosas eco bags, usadas para ir ao mercado, a feira, ou onde o dono da bolsinha quiser.

Assista o vídeo e entenda o caso:  Heineken – Bolsas Verdes

Bolsas Verdes

Eco bags produzidas com banners da empresa

Por mais que a Publicidade tenha de respeitar limites e regras, há muitas maneiras de divulgar o que é correto.

Divulgar e fazer.

Isso sim, é responsabilidade de cada um. Tarefa diária que o meio ambiente agradece.

O passarinho audacioso do bem!

A popularização do Twitter no Brasil foi encarado com muita estranheza pelos amigos americanos. (Assim como torcem o nariz com a entrada dos brasileiros no Facebook).

E também, pudera. Nós falamos (sim, eu me icluo), sobre assuntos que muitas vezes interessa só a nós mesmos.

Ninguém tá muito a fim de saber o que você vai comer, se você está esperando um email ou se está sofrendo de amor.

Não é essa a intenção do Twitter.

Mas foi nisso que nós o transformamos, porque brasileiro assim, a coisa só tem graça quando pode expor a vida. (Tô mentindo?).

Quando o Twitter começou ninguém achava graça. Diziam que era chato e não tinha utilidade. Agora, e

le realiza todas as utilidades, menos a qual ele foi realmente predestinado: informar.

Mas tudo bem. Somos todos s

eres adaptáveis. E adaptados.

E é claro, adaptamos o restante das coisas também. Assim foi com a Publicidade. Quem sabe traba

lhar com o Twitter, está ganhando dinheiro. Um ótimo exemplo disso é o caso da Tecnisa: vendeu um apartamento pelo Twitter.

O imóvel custava a bagatela d

e R$ 500 mil. São bons ou não são? Ferramente bem usada ou não?

Pois é. Essa a internet usada par

a o bem.

Outro caso curioso e bem suc

edido foi a divulgada na revista Super Interessante. Uma livraria que

saiu da crise com a ajuda desse audacioso passarinho.

Resumidamente, o filho da propr

ietária ao saber que o negócio da família iria falir, resolveu para de falar de m

ini Golfe e música do momento, e resolveu começar uma campanha assim: “Se você estiver em Portland, pode me fazer um favor? Compre um livro na B

roadway Books. Não, espere, compre 3…”. E completou: “…e eu lhe pagarei um burrito na próxima vez que for à cidade”, digitou.

Esse foi o milagre da livraria.

Existem muitos outros cases por aí. Muitos mesmo! Promoções, retwetts, propaganda escancarada e  outras sutis, manipuladoras e que com jeitinho, encorajam as pessoas a, no mínimo, abrir o site citado. E isso já é um bom começo.

Prova de que o Twitter é uma ótima ferramenta de Publicidade Online é que já foi lançado um sistema de pagamento via Twitter. O Twitpay, ou seja, os negócios devem estar bombando!

Agora, vou ali criar o twitter do Blog e já volto!

Até a próxima!

Depende.

Saber onde anunciar e para quem anunciar é o passo fundamental para o sucesso da publicidade

Do seu objetivo, do objetivo do site, do público alvo, de quem ele atinge e de quem você quer atingir, além, é claro, da forma como o público é abordado.

Se a sua empresa é pequena, e trabalha somente na cidade sede, vale a pena investir em portais locais. Não adianta anunciar em um grande veículo se depois, você não poderá arcar com a demanda, entrega e tudo mais.

E mesmo que a sua intenção seja realmente de fazer a empresa crescer, um passo de cada vez é o mais importante. Primeiro, a empresa precisa ganhar força e credibilidade na cidade em que “nasceu”, depois pode se expandir.

Por mais “útil” que pareça ser, por mais força que pareça ter, anunciar um loja do bairro tal, da cidade tal em um site gigante, em jornais ou revistas de circulação nacional é sinônimo de tempo e dinheiro perdido.

Credibilidade

Para anunciar na internet, é preciso que a empresa tenha um site, um blog ou qualquer social midia que sirva como fonte de informação para o usuário e possível cliente.

Não adianta colocar um banner num site que leva a lugar nenhum. Nem contato, nem forma de pagamento, nem produtos disponíveis ou sequer o endereço físico da loja.

Hoje, até mesmo os blogs que antes eram encarados como diários virtuais já têm grande aceitação e credibilidade.

Outro ponto importante é escolher bem os sites onde a sua empresa será anunciada. Procurar por portais que já tenham força na cidade, sejam conhecidos e respeitados é o primeiro passo.

Outro ponto: garantir que os clientes sejam bem atendidos, mesmo em compras online.

Demora em responder e-mails, scraps ou recados no Twitter pode fazer com que o cliente procure pelo produto em outro site.

Saber trabalhar com os veículos on-line é o que garante a venda. Saber utilizar a publicidade online, garante a popularidade e de quebra, o aumento na procura e até das vendas.

Até o próximo!

Muita gente pode simplismente dizer que é comércio pela internet.
Mas, se der um passo a frente a sua visão pode mudar. Não é mero comércio. É mais. É muito mais!

Mesmo porque, fazemos publicidade e proganda online todos os dias. De nós mesmos, em mídias sociais que viraram mode em todo o país, tanto para usuários comuns como para grandes empresas visando grandes lucros.

A publicidade online, mais do que vender, tem a função de deixar o público consumidor mais próximo da empresa e até mesmo criar laços de confiança, respeito e credibilidade.

É disso que este blog tem a intenção de tratar. Dos cases, de fatos engraçados ou dramáticos… De situações que mostram o poder da publicidade feita na rede.

Ainda estamos em fase em de construção e aprendizagem. Essa blogueira admite que não está acostumada com essa plantaforma, mas é só questão de jeito e intimidade. Já , já eu me adapto!

Por hoje é só! Em breve, o conteúdo por aqui vai chegar bombando!

Até mais!

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